segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Preconceito musical

Somos um país com variedades de estilos musicais. Mas ainda há massacres preconceituosos pelo estilo que cada um escolhe. Um bancário não pode gostar de funk ou rock? Porque dizer que quem gosta de forró é brega? E o sertanejo é coisa de interior? Não se deve definir a personalidade de um indivíduo pelo gosto musical. E hoje há uma grande mistura nas preferências musicais. Mesmo assim, ainda existe muito preconceito com a escolha de cada um.

Pergunta para uma garota o gosto musical e ela responde que gosta do Funk, já leva um indivíduo a pensar que a garota é vulgar. Até ela dizer que detesta as letras pesadas de apologia. Se o mesmo acontecer com um rapaz, vão pensar que ele é da criminalidade.
Não podemos generalizar por gosto musicais e sim por conduta; 

A discriminação sobre os ritmos mais recentes, como o funk e o tecnobrega, não são muito diferentes, mas carregam também um amplo fator social. No caso do pancadão carioca, a estrutura lírica ainda contribui para este distanciamento. O funk tem sim letras ‘proibidonas’, sexistas e machistas, mas a pessoa sequer ouve o funk menos agressivo e já iguala tudo no ‘ruim’. Já no caso do tecnobrega, o preconceito é pelo desconhecido mesmo.




É sempre bom lembrar que existe uma grande diferença entre expressar opinião e julgar: o respeito.

Agora a opinião de vocês, o que acham de tudo isso? 


Jéssica P. Silva

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