Somos um país com variedades
de estilos musicais. Mas ainda há massacres preconceituosos pelo estilo que
cada um escolhe. Um bancário não pode gostar de funk ou rock? Porque dizer que
quem gosta de forró é brega? E o sertanejo é coisa de interior? Não se deve
definir a personalidade de um indivíduo pelo gosto musical. E hoje há uma
grande mistura nas preferências musicais. Mesmo assim, ainda existe muito
preconceito com a escolha de cada um.
Pergunta para uma garota o gosto musical e ela
responde que gosta do Funk, já leva um indivíduo a pensar que a garota é
vulgar. Até ela dizer que detesta as letras pesadas de apologia. Se o mesmo
acontecer com um rapaz, vão pensar que ele é da criminalidade.
Não podemos generalizar por
gosto musicais e sim por conduta;
A discriminação sobre os
ritmos mais recentes, como o funk e o tecnobrega, não são muito diferentes, mas
carregam também um amplo fator social. No caso do pancadão carioca, a estrutura
lírica ainda contribui para este distanciamento. O funk tem sim letras
‘proibidonas’, sexistas e machistas, mas a pessoa sequer ouve o funk menos
agressivo e já iguala tudo no ‘ruim’. Já no caso do tecnobrega, o preconceito é
pelo desconhecido mesmo.
É sempre bom lembrar que existe uma grande
diferença entre expressar opinião e julgar: o respeito.
Agora a opinião de vocês,
o que acham de tudo isso?
Jéssica P. Silva
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